sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Viva um novo esplendoroso dia




O que você fará neste Natal, me diga ?
Fará jantar com a família em mesa cheia
Comerá peru recheado em farta ceia
Pensou no que fará, amigo, amiga ?

Descansará da correria e da fadiga
Férias, praia e diversão na areia
Ganhará presentes a mancheia
Feliz Natal, talvez ninguém consiga.

Se ouvir seu coração em desatino
Viva um novo esplendoroso dia
Faça alguma coisa pelos pequeninos

Pense um pouquinho no Filho de Maria
Lembre-se de que Jesus-menino
Nasceu sem nada, numa estrebaria.



W. F. Aquino
Imagem: Dicas Legais

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Dois ou um?


 


Quero falar sobre um amigo. Juntos, somos um. Com ele existo. Nobre confidente quão bem me faz. Este mesmo que corre, pula, dança e ri. Chora, cai e levanta. Reflete o meu pensar, expressa o que sinto, me representa em postura e personalidade. Aguenta minhas dores e me dá sustentação, amparo fiel. Num átimo, máquina forte, noutro instante sensibilidade à flor da pele. Tem dias que superamos todos os obstáculos e a rotina da vida ficam mais leves. Entende meus códigos, aqueles que só os amigos de fé entendem. Às vezes, ficamos cansados e nossa aparência fala mais alto. Quisera poder dar a ele toda tranquilidade que merece, mas nossa liberdade grita ao mundo, transcorre sobre povos, raças e crenças. Da razão aos movimentos, inigualável emoção ecoa. E ele flutua como canção em meus ouvidos. Meu grande parceiro! Admirável capacidade de criação, de conhecimento e informação. Diz muito sem falar. Semeia paz com o olhar. Quisera lhe dar medalha de ouro! Por tamanha plenitude,semblante universal! Meu grande amigo, que me carrega, me inicia e me encerra! O corpo.

Cacá Melo
Imagem: Guardiã dos Sonhos

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Sonho



Cansado depois de muito andar
Caminhando pelo dia inteiro
Recostei-me junto a um cajueiro
Adormeci e pus-me a sonhar

Numa margem serena e vulgar
Em um lago dourado eu chegava
E num tronco caído eu sentava
Contemplando tão belo lugar

Fixando-me à água espelhada
Enxergava minha barba alongada
E um cajado na mão para andar

Quando ansioso o olhar eu firmava
Vinha a onda e a imagem apagava
Se repetindo até eu acordar

J. G. Ribeiro
Imagem: como realizar sonhos.com


domingo, 6 de novembro de 2016

Mãos em prece



Como a gaivota que voa
Soberana nos espaços
Existe muita alma boa
Oferecendo os dois braços

No entanto, quanta pessoa
De sentimentos escassos
Carregando a vida à toa
Vai mitigando pedaços

Bom coração nunca esquece
Fazer o bem não é perda
É o agasalho que aquece

Murmuro com as mãos em prece
“Não saiba minha mão esquerda
O que a direita oferece”.


W. F. Aquino
Imagem: veradebarcellos.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Abandonado




Pobre alma abandonada em uma calçada
Um maltrapilho no solo jogado
Mesmo inserido numa sociedade
Foi um dia por ela descartado

A sua moral foi para a sarjeta
E toda sua fé lançou o seu voo
E na branca face a máscara preta
De um baile que ainda não começou

Em sua alma há pequena esperança
De um dia poder estar com a bonança
Deixando de ser marginalizado

Se um dia encontrar um pobre jogado
Trate o seu corpo e também a sua alma
Antes que o julgue malandro ou coitado

J. G. Ribeiro
Imagem: Dragon Dicas

sábado, 22 de outubro de 2016

Ainda não te esqueci



Vídeo com texto de Celso Ferruda, interpretação de Reginaldo Farias, imagens ilustrativas:  Google.




domingo, 9 de outubro de 2016

Como é bom ser criança!



Ah! Como é bom ser criança,
Ver a vida como ela é,
Andar, correr, brincar,
Fazer tudo o que quiser;
Adorar os bichos e as plantas
E deles tudo curtir,
Através da curiosidade inata
De ver, ouvir e sentir.

Ah! Como é bom ser criança,
Como é bom um brinquedo quebrar,
Juntar, sem querer,os pedaços
E um novo brinquedo montar;
Descobrir que dentro de si
Existe um outro, calado,
Capaz de montar um brinquedo
Mais belo que aquele quebrado.

Ah! Como é bom ser criança,
Cobrir-se e despir-se a vontade,
Sem que a malícia malvada
Tolha a sua liberdade;
Dormir bem sossegado
Sem ter que à noite pensar,
Na hora do dia seguinte
Que vai ter de levantar.

Ah! Como é bom ser criança,
Brigar, bater, apanhar,
Sem ter guardado rancor
Que lhe faça ao próximo odiar;
Imitar, sem dó, aos mais velhos,
Criticando a sua honradez,
Sem saber que um dia, na vida,
Vai querer ser criança outra vez.


J.G.Ribeiro

sábado, 1 de outubro de 2016

Verdades novas



Era sonho ou ficção
A estranha sensação
De flutuar tão suave
Quando de repente acordo
Parecia estar a bordo
De uma grande espaçonave

Logo ao seguinte segundo
Eu visitava outro mundo
Colorido e mais bonito
Observei, colhi provas
Aprendi verdades novas
Naquele azul infinito

Todo ser que lá existe
Não é doente, nem é triste.
Além da constatação
Confirmou-me um mensageiro
Há outro mundo verdadeiro
De que a Terra é imitação

A plena felicidade
Disse-me a Voz da Verdade
Só no bem se perpetua
Desde então fiquei ciente
Que o progresso segue em frente
E que a vida continua.

W. F. Aquino
Imagem:divulgaescritor.com


sábado, 17 de setembro de 2016

Como é bom ser idoso!



Ah! Como é bom ser idoso
Ver a vida como quiser
Andar por onde consegue
E fazer tudo o que puder
Lembrar os sonhos realizados
E deles se orgulhar
Traçar então outros planos
E novos sonhos sonhar

Ah! Como é bom ser idoso
Como é bom com os netos brincar
Lembrar os brinquedos de infância
E a eles tudo ensinar
Descobrir que dentro de si
Ainda existe aquele calado
Capaz de mostrar aos seus netos
Que tudo na vida é guardado
Ah! Como é bom ser idoso
Sentir que ainda tem a vontade
De amar sem limites frustrados
Que lhe tolham a liberdade
Dormir bem sossegado
Sem ter que se preocupar
Com o cedo do dia seguinte
E o transporte que vai precisar


Ah! Como é bom ser idoso
Fazer o que mais lhe agradar
Saber o que não pode comer
Para a vida lhe prolongar
Fazer-se às vezes criança
Tornando sua mente ativa
Sabendo que é bom viver
Em qualquer idade da vida

J.G.Ribeiro
Imagem: www.venturaresidence.com.br


sábado, 10 de setembro de 2016

Em busca da Verdade



No Universo o que acontece
Que renasce ou que perece
Bem como tudo que ocorre
Existe em disco gravado
E pode ser recuperado
Porque no céu nada morre

Quero voar pelos ares
Conhecer novos lugares
Na busca de tal registro
Às gravações ter acesso
Outro desejo confesso
Quero encontrar Jesus Cristo

Aproveitando essa viagem
Solicitar a mensagem
De muitos nobres mentores
Quero copiar no infinito
O grande livro escrito
Pelas almas superiores

Quisera ser bom repórter
Com vontade muito forte
E inspiração celestial
Para trazer a Verdade
Amor e Fraternidade
Do arquivo universal.


W. F. Aquino

Imagem: www.diarioonline.com.br

sábado, 3 de setembro de 2016

Está faltando leitura



Sinto certo desânimo entre as pessoas com as quais comento as informações sobre o baixo desempenho de nossos jovens nas provas de redação do ENEM. Poucos acreditam em recuperação a curto prazo porque os jovens não leem jornais, livros ou revistas impressos. Penso que não é só por culpa deles. 

Creio que o excesso de mídias digitais suprimiu muito rapidamente costumes salutares como a pausa para a leitura, por exemplo, quando podíamos nos divertir com romances açucarados, aventuras e dramas emocionantes. Posso parecer saudosista, mas como eram bons aqueles romances de antigamente, embora adoçados com a cumplicidade da nossa imaginação! Talvez ingênuos demais, contudo criativos e atraentes. 

Lembro-me muito bem, com que volúpia eu devorava os romances de Karl May, narrando as aventuras do cacique apache Winnetou. Ou os arrepiantes contos policiais de Sir Arthur Conan Doyle nos quais o mais famoso detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes, desvendava crimes escabrosos, como se tudo tivesse acontecido há dois metros do seu nariz. Ambos os autores, fizeram, e fazem ainda hoje, muito sucesso com suas histórias, e é difícil para qualquer amante da boa leitura, aceitar que seus contos são apenas fruto de uma boa criação literária. Durante muitos anos, o endereço do detetive Sherlock Holmes recebeu cartas, tentando contratar os seus eficientes serviços. 

Já o romancista alemão, Karl May, escreveu sobre as aventuras dos famosos apaches, contando detalhes sobre a flora e a fauna local, sem jamais ter colocado os pés no território dos guerreiros indígenas. Os tempos são outros, é claro, mas a meu ver, o problema está na troca do protagonismo. 

A leitura perdeu terreno no campo do entretenimento. Estamos vivendo a geração smartphone, com consequências diretas nas relações interpessoais, alterando inclusive a própria vivência familiar. Através da Internet, o aluno tem acesso a todo tipo de informação e não precisa copiar nada, o “prato” já vem servido, é só degustar. 

O problema é que estarão consumindo coisas prontas sem exercitarem seu potencial de criação e sem o acompanhamento da escola ou de algum professor que possa legitimar o conteúdo assimilado. Por este motivo não me surpreendo com o baixo índice de aprovação nas redações do ENEM. As escolas estão migrando ainda que legitimamente, para as telas com visores coloridos e os alunos usando os modernos equipamentos onde precisam apenas digitar. 

Diante desta evolução tecnológica, devemos pensar um novo paradigma educacional, que contemple uma constante evolução do conhecimento, mas com ênfase especial na gramática e na literatura que são matérias que cimentam o caminho para quem quiser mudar de patamar.

Anildo Martins da Silva
Imagem: leitura.com

(anildoms@yahoo.com.br)

domingo, 14 de agosto de 2016

Vestida de Poemas



Despida estavas, em leito rude, sem amor.
Via-te sonhar, num desfile de glamour.
Teus passos sensuais, revelavam-me tudo.
-Tudo o que querias, era somente vestir-te de poemas.
Somei minhas palavras com versos em xis,
Encontrei teu mundo, em apenas um "tris..."
Cantei as flores e chamei os poetas a sonhar
-escrevi as estrelas e o céu e, vi-te, emocionar.
Costurei minhas simples peças, em retalhos, dados...
Doei-os ao poeta, com meus olhos triste e inchados .
Queria deixar-te feliz, com muitos versos carimbados.
Mas o astucioso poeta, já tinha para ti, os versos costurados.
Agora vestida de poemas, desfilas teu sublime, encantar.
Tens no coração e na alma, somente um desejo a realizar.
Queres com este poema, no vestido estampado, a eternidade jurar.
E o louco poeta, que costurava versos, em vidas retalhadas, eternamente te amar.

Celso Ferruda ( poeta marceneiro)
Comendador na embaixada da poesia

sábado, 6 de agosto de 2016

Flor



Que linda obra de amor
Deus doou à natureza
Pintou-a com realeza
Usando as cores da flor

Lá do alto Deus olhou
Em meio a tantos louvores
E a cada uma das flores
Com Seu perfume tocou

Mas algo ainda faltava
E as abelhas Deus criava
Para o pólen transportar

E num exemplo de amor
Enviou o beija-flor
Pra cada flor oscular

J. G. Ribeiro
Imagem: flores.culturamix.com


domingo, 31 de julho de 2016

O mais doce dos sorrisos

Video com texto de Celso Ferruda, interpretação: Pedro Potiguara Benites, imagens ilustrativas:  Google.


domingo, 24 de julho de 2016

A liberdade de abraçar a Fé.



Hoje em dia é muito comum ouvirmos das pessoas, que “somos o produto de nossas escolhas”. É uma frase um pouco genérica, mas tem conteúdo. Apesar de que, a mais importante escolha da minha vida, tenha sido influenciada pelos meus pais, pois nasci católico por opção deles e na juventude, quando mantive a prática dos seus fundamentos, foi para não contrariar a tradição da família.

Lembro dos domingo pela manhã, o pai empertigado, vestindo um terninho surrado, a mãe com a cabeça coberta pelo véu branco e rendado e nós, seguindo logo atrás, até a igreja, onde ocupávamos a metade de um banco, isto quando não iam todos os filhos. Portanto, cresci católico e não protestante, por exemplo.

Ouvia dizer que os protestantes seguiam a doutrina de um cara que fora excomungado lá pela Idade Média. Mas sobre isto, eu pouco entendia. Certa vez, até interpelei a minha mãe sobre o assunto, mas ela não soube me explicar e apenas me disse: É eles lá e nós cá. 

E assim foi, até eu me apaixonar e por uma luterana. A reação em casa não foi das melhores. E, para os lados dela, tampouco. Tentei uma pausa para pensar, mas pensar o quê? 

Alguém aí pode me dizer se já viu ou ouviu dizer que um ser vivente desafiou os desejos do seu coração e venceu este músculo teimoso. Ele tem aliados poderosos que tudo veem e não escondem nada em seus relatos. 

Assim, decidimos em conjunto, tocar a vida em frente, aparando as arestas. Nem tanto pra lá, nem tanto pra cá, pois dizem que no meio está a virtude. 

E já se passaram quarenta anos. E não poderia ser diferente. O coração simboliza o amor e amor, provém de Deus. O amor é o sentimento que segura uma família, não só os parentes, mas todos aqueles que amamos e entre os amados, temos católicos e luteranos.

E isso foi fruto de nossas escolhas. Nossa união, teve respaldo na escolha do iluminado Martim Lutero, que não estava errado em suas reivindicações, mas foi vítima da incompreensão. Sua Reforma criou um caminho alternativo para quem quisesse seguir a Cristo com convicção e não apenas por obediência cega a uma certa hierarquia. 

Quando fiéis luteranos se preparam para comemorar os quinhentos anos da Reforma, percebemos o quanto ela foi importante para sedimentação do cristianismo e que jamais deveria ter sido usada para separar irmãos, amigos ou parentes. 

Que a força dos Quinhentos Anos, elimine qualquer resistência às pessoas de escolherem viver, segundo seus princípios religiosos.

Anildo Martins da Silva
E-mail:anildoms@yahoo.com.br

Imagem: rainhadetodosospovos.blogspot.com

domingo, 17 de julho de 2016

Companheira






Do destino sou escravo
E do tempo prisioneiro
De minhas lutas sou um bravo
Do amor sou um parceiro

A minha alma me acompanha
Onde quer que eu esteja
Se deixá-la ela me estranha
Se ficar ela festeja

A minha alma é meu destino
Meu refúgio meu abrigo
Sua ausência é meu decesso

Ela traça o meu caminho
Faz de tudo com carinho
Pra eleger o meu sucesso


 J.G. Ribeiro
Imagem:josecamoreira.wodpress.com

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Em cada rosa, penso em ti




Guardei a ânsia de dizer-te...
Mas o perfume estava em meus poros guardado.
Mente que guarda para sempre a beleza e o perfume....
Palavras: pétalas que modelam meu novo viver.

Juntei novas mudas e colori meu jardim.
A Rosa que imaginei murchar, adentrou pela minha janela.
Sorrindo, vi o botão abrir-se frente à minha face.
Sorrisos: perfumes que alimentam o bem querer...

Cultivei as novas cores e vi a felicidade renascer.
Flores surgiam como afagos no meu sofrer...
Amanhecia sem a dor do descaso, da piedade e da pena.
Abraços: acolhimento trino...( corpo, coração e alma.)

Plantei no meu novo jardim a muda da rosa que esta em ti.
Floresceu a sinceridade e a plenitude nas palavras.
Cresceu o almejado sorriso e o desejo de abraçar mais...
-Penso em ti em cada rosa que vejo e colho, coração amigo...


Celso Ferruda (poeta marceneiro)
Imagem: Internet

domingo, 26 de junho de 2016

A força de todos nós.




Como está difícil para nós, brasileiros, no atual estado das coisas, ouvir, pensar e agir no sentido de produzir fatos positivos e melhorar ao menos, o ânimo das pessoas. A perplexidade é geral e mesmo aquelas pessoas que tentam dissimular os acontecimentos em prol de seus interesses, se sentem incomodadas com a possibilidade de um desfecho desastroso e que possa provocar,,além de uma fragmentação turbulenta,da sociedade, danos irreversíveis na economia do país. Convulsão social não interessa a ninguém,  mas o país estagnado, também não. Temos que colocar um ponto final em tudo isso. A magnitude dos acontecimentos assusta e também dificulta qualquer tentativa de consenso. Por este motivo, não acredito em solução para a crise, sem o aval da sociedade. Só a vontade popular poderá interferir no rumo dos acontecimentos, forçando com seu poder o Estado a mudar ou a sair. A governabilidade de uma nação se apóia, em princípio, na homogeneização das massas, na sua totalidade, não só de uma elite ou de um segmento ideológico. No ponto em que estamos, a sociedade tem que se aproximar, serrar fileiras sob a égide de uma só bandeira, em cujas cores ressaltamos o verde e o amarelo. Nosso país só voltará a ser viável, se movido pela indignação popular. Nenhum sistema de governo, em qualquer parte do mundo, resistirá por muito tempo, sem a sustentação da sociedade. No caso especifico do nosso sofrido Brasil, creio que o problema do momento, não seja somente a corrupção financeira, mas a falta de todos aqueles valores morais que fazem uma sociedade próspera e estável. Falta ética, moral, bons costumes e humanidade. Não pode seguir em frente um plano de governo imoral, desonesto  e isso vale para todos os poderes constituídos. A injustiça social é escandalosa, o que denota o distanciamento dos programas de governo da sociedade menos favorecida. As tão propaladas conquistas sociais que até aqui respaldavam as decisões do governo, caíram por terra ao se constatar que não passavam de quirelas de segunda, servidas em bandejas de prata, para saciar a fome de uma fatia de excluídos que de tão miserável, nada tinha a reclamar. Vamos nos unir, buscar bons exemplos em líderes que o país produziu no passado e, se não for suficiente, trazer de fora dele, mas vamos ajudar na solução.
Anildo Martins da Silva
email:anildoms@yahoo.com.br

Imagem:rondoniaempauta.com.br

domingo, 19 de junho de 2016

Amigo


    

Não tem nome
Não tem cor
Não tem credo
Ou religião.

É aquele que te suporta
Que dá abrigo e proteção,
Sempre zelando por ti
Sempre estendendo sua mão.

Não tem interesse vil
Não tem interesse em vão,
Quem comanda é o coração.

Se lhe sobrar um carinho
Tudo certo, como é bom
Amigo, é mais do que irmão.


Cireneu  Pierezan
Imagem: textododia.com.br

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Arco-íris


 













Sete faixas sete cores
Em um arco definido
Sete atrizes sete atores
Nunca antes percebidos

Sete máscaras pintadas
Todas elas diferentes
Sete atos bem montados
Sete cores concorrentes

Brinde eleito à realeza
Um tributo à Natureza
Que Deus fez com Seu Amor

Cabe ao homem contemplar
Esta obra milenar

De beleza luz e cor

J. G. Ribeiro
Imagem: Google